Anna Sedokova falou finalmente abertamente sobre a sua filha mais velha, Alina, explicando porque é que ela não seguiu os passos da sua famosa mãe e não mergulhou no mundo do show business.

Segundo Anna, sempre houve total liberdade na sua família: a filha tomava as suas próprias decisões desde cedo. O papel da cantora resumia-se apenas a dar um conselho ou a protegê-la de erros. Sedokova enfatiza: Alina, ao observar a carreira da mãe, não quis ligar a sua vida à indústria do entretenimento. Para ela, isso é simplesmente pouco sério, não é o seu nível. Alina, como afirma a mãe, é capaz de muito mais e planeia dedicar-se à advocacia e às finanças.

«Muitas vezes brinco que a Alina tem uma inteligência demasiado grande para o show business, mas na verdade ela sempre seguiu o seu próprio caminho. Ela dança lindamente, até canta um pouco, mas isso nunca foi atraente para ela. Pelo contrário, ela fugia da fama que eu tinha, porque via essa vida de dentro — para ela era algo banal, básico, e não algo a que valesse a pena aspirar. Ela sempre quis outro mundo — mais intelectual e sério», partilhou Sedokova.

Atualmente, Alina trabalha numa conhecida loja de roupa desportiva e já alcançou sucessos notáveis, do que a mãe de vários filhos se orgulha imensamente. A única coisa que chocou Anna inicialmente foi quando a filha arranjou emprego como hostess num restaurante. Afinal, para posições como estas, como se sabe, escolhem-se as raparigas mais vistosas. «Foi-me difícil aceitar quando ela arranjou emprego como hostess num restaurante. Na altura, preocupei-me muito com a forma como as pessoas a tratariam, se não a ofenderiam, se não a entenderiam mal», recorda Anna.

Mas há exceções: Alina acabou por seguir os passos da mãe num aspeto — ela participa num reality show. Alina Belkevich, de 21 anos, que vive há muito tempo na América, participou na segunda temporada de "Survivality. Heirs". A jovem destruiu os estereótipos sobre a vida luxuosa dos filhos de celebridades, afirmando que o seu quotidiano não difere em nada da vida de um estudante comum. «A vida em Boston é muito cara, a minha mãe ajuda-me com o apartamento, mas as despesas pessoais são por minha conta. Agora tenho 147 dólares no meu cartão — cerca de 11 mil rublos. A minha mãe nunca tentou influenciar a minha escolha de profissão e hobbies. Não sou uma pessoa criativa, gosto de ficar no escritório», contou Alina.